Os Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário será lançado no Brasil em junho com legendas em português, exclusivamente para o PlayStation 3. Nessa quinta-feira (10), a distribuidora ZAP Games apresentou o jogo em uma coletiva de imprensa em São Paulo com a presença do produtor do game, Ryo Mito, pela primeira vez no Brasil. Yasuhiro Nishimura, diretor da Bandai Label Namco Bandai Games Europe S.A.S e Kenji Ebato, gerente geral da Toei Animation Inc, também estiveram no evento para tirar dúvidas sobre a franquia. Com caixa, manual e legendas em Português, o game é baseado na série de TV que completou 25 anos recentemente. O processo de tradução contou com a colaboração da equipe da CavZodiaco, a maior comunidade de fãs da série no Brasil. Perguntado sobre a ausência da dublagem, os executivos disseram que uma pesquisa indicou que o público brasileiro gostaria de ouvir as vozes originais em japonês. Segundo Vinicius Marques, Diretor de Produtos da ZAP Games, o grande interesse e prestígio da participação de representantes da Namco Bandai e da Toei Animation neste evento torna cada vez mais evidente o reconhecimento do Brasil como um importante player no mercado mundial de games. A expectativa é que o jogo alcance 50 mil cópias vendidas no Brasil. Os diversos atrasos no lançamento, segundo o executivo, foram por conta do processo de tradução e adaptação dos termos usados no Brasil. O jogo deve chegar nas lojas em Junho, mas quem comprar na pré-venda receberá como conteúdo exclusivo para download (DLC) o personagem Seiya com a armadura de ouro de Sagitário.
Já considerada por muitas como a “melhor série de ficção científica” já produzida para os videogames, Mass Effect tinha uma importante missão: terminar com chave de ouro a trilogia iniciada em 2007. Talvez ninguém esperasse que o episódio final fosse trazer tanta polêmica. A INFO jogou e dá seu veredicto final sobre Mass Effect 3. Antes de começar, vamos contextualizar: logo quando lançado nos Estados Unidos, em março, Mass Effect 3 causou muita polêmica por conta de seu final. Jogadores de todo o mundo ficaram revoltados, fizeram abaixo assinados e pediram para que a Bioware mudasse o final do jogo. Por que tanta revolta? A variações dos possíveis finais, segundo os jogadores, desrespeita todo o legado de escolhas que a série tem como principal característica desde o começo. Por enquanto, vamos apenas dizer o seguinte: sim, o final é estranho. Mas falamos mais sobre ele daqui a pouco. Mass Effect 3 começa onde o DLC “Arrival”, de Mass Effect 2, acaba. Os Reapers, criaturas que dizimam a população de todo o universo de tempos em tempos, estão se aproximando para renovar o ciclo. Apesar de vários avisos do comandante Shepard, nem os humanos nem as demais raças alienígenas levaram o assunto a sério – achando que tudo era apenas uma lenda antiga. A primeira fase de Mass Effect 3, no entanto, reflete o erro causado por todos, e mostra a Terra sendo atacada pelos Reapers. A história, claro, é a principal característica desse RPG que foi um marco no mercado. Todas as escolhas feitas nos jogos anteriores são levadas em consideração e fazem muita diferença nos eventos que acontecem. Se um personagem morreu no episódio anterior, por exemplo, ele não estará presente na história. Essa é a característica que fez Mass Effect ser diferenciado e também o torna único em meio a todos os demais jogos do gênero. Se em Mass Effect 2 você precisava reunir membros para uma missão suicida, em Mass Effect 3 os objetivos são bem maiores: conseguir aliados para combater os Reapers. E toda ajuda é necessária, desde heróis até frotas aéreas de raças não tão amigáveis. A guerra contra os Reapers é maior do que qualquer diferença entre as raças do universo, e Shepard precisa fazer com que todos entendam isso – e rápido. Só que no meio do caminho, um antigo “aliado” se transforma em vilão: o Illusive Man, misterioso agente a frente da organização Cerberus, tem diferentes planos em relação aos Reapers e será uma pedra no sapato ue Shepard precisará resolver. Todas as missões de Mass Effect 3 são incríveis. Se passam em cenários muito bem desenvolvidos e com enredos bastante convincentes. Nada soa forçado e a todo momento você se pergunta quanto tempo ainda resta para o Universo inteiro ser dizimado pelos Reapers. A pressão e a corrida contra o tempo torna tudo muito prático, o que é satisfatório por simplificar as missões e dar uma boa pitada de adrenalina. Por meio de um gráfico, você consegue acompanhar o tamanho da força aliada conquistada para combater os Reapers. Conforme vai realizando as missões principais e também algumas alternativas, o gráfico começa a ficar mais favorável para o combate final. Para ter força total, no entanto, é preciso completar todas as missões principais e secundárias na história e também jogar algumas partidas do modo multiplayer. Pela primeira vez, Mass Effect conta com uma modalidade multijogador. Só que ao contrário do óbvio, não se trata de um modo de Deathmatch como em Halo ou Call of Duty. O objetivo é lutar cooperativamente com até mais três pessoas, em diversas localidades do jogo. Você cria um personagem podendo escolher entre classes e raças, e representa as forças locais que ajudam Shepard a reduzir as forças inimigas enquanto o comandante faz o trabalho sujo. Na prática, a modalidade multiplayer funciona como o modo Horda, de Gears of War, onde é necessário derrotar ondas de inimigos. A diferença é que pequenos objetivos são dados durante as partidas, como desativar computadores ou eliminar inimigos mais fortes, e ao final toda a experiência ganha pode ser usada para melhorar os personagens além de comprar upgrades para as armas. Conforme você avança no modo multiplayer, novas opções para customização aparecem – além de aumentar o seu domínio em diversos setores do Universo, garantindo melhor eficiência do ataque final no modo história. A integração entre o offline e o online funciona muito bem, e quem não quiser jogar o modo multijogador, conseguirá lutar contra os Reapers da mesma forma. Mass Effect nasceu como um jogo muito mais RPG do que ação, com poucas opções de combate e controles bem complicados na hora dos tiroteios. Já Mass Effect 3 evolui muito e é um legítimo jogo de tiro em terceira pessoa – é possível até jogar ele inteiro sem se preocupar com a parte de RPG, em uma opção onde o computador se responsabiliza pelas escolhas nos diálogos. Por outro lado, os apreciadores de uma boa história também poderão “pular” as partes de combate e jogar apenas os momentos mais focados no enredo. Os tradicionais poderão, claro, fazer as duas coisas normalmente. Essas opções são feitas logo no começo do jogo, como em uma escolha de dificuldade. As novidades no gameplay incluem movimentos mais livres para Shepard nos combates, como rolar livremente, e também dezenas de novas opções no arsenal. A customização das armas e sua variação tornam muito mais diversificado os confrontos, dando também bastante importância para a utilização de poderes Bióticos e Sintéticos – marcas registradas da série. A versão de Xbox 360 ainda tem suporte a comandos de voz pelo Kinect. Sinceramente, não entendemos porque a versão para PS3 e PC não possuem uma opção semelhante usando um microfone qualquer. Na verdade, até sabemos: jogada de marketing da Microsoft para tentar vender uma versão “mais completa” para seu videogame. No fundo, até é divertido comandar seu esquadrão e escolher as respostas nos diálogos falando em voz alta. Mas no final das contas, apertar um botão sempre é mais intuitivo e cômodo do que falar. Dito tudo isso, vamos voltar a grande polêmica: o final. Na verdade, são três tipos de finais diferentes com uma pequena variação entre eles. O que incomodou os fãs é que a diferença entre cada um é mínima – e é mesmo. Para nós, isso não foi um fator problemático. O mistério relacionado aos finais, no entanto, tange algo que vai além: a compreensão das entrelinhas. Muito provavelmente, a parte final de Mass Effect 3 é metalinguística e não representa exatamente o que está sendo visto. Pelo menos, essa foi a nossa impressão ao jogar até o final algumas vezes. Observando as cenas finais, realmente existem muitos acontecimentos que não parecem se encaixar e até mesmo quebram o roteiro. Isso só fortalece nossa tese que existe um sentido além das imagens mostradas nas cenas – e essa teoria desenvolvida por muitos fãs explica bem o nosso ponto de vista . No entanto, mesmo compreendendo a intenção da Bioware em fazer uma “pegadinha” nos diferentes finais, existe um ponto em que os fãs tem total razão: as escolhas feitas fazem pouca ou nenhuma diferença na parte final. E isso nós sentimos como um tiro saindo pela culatra. Como dissemos, você passa Mass Effect 3 inteiro recrutando aliados para a batalha final. Mas quando chega a hora H, parece que tudo isso se transformou apenas em algoritmos para calcular se você seria bem sucedido ou não. A partir daí, os finais são escolhidos de acordo com uma decisão tomada em seguida, ignorando todas as outras já feitas ao longo da série. Talvez por isso, ficamos frustrados com a parte final de Mass Effect 3; por ele não recompensar nossas decisões. É verdade que, durante todo o jogo, as escolhas feitas em ME e ME2 fazem muita diferença, mas o que é feito no jogo não reflete no final do mesmo. Isso não chega a tirar totalmente o brilho dessa obra de arte da Bioware, não é nem metade do motivo alegado pelos fãs para “exigir” uma mudança da empresa. Apesar dela já ter anunciado que vai lançar um conteúdo para “explicar e expandir” o final de ME3, acreditamos que o principal problema não poderá ser consertado. Portanto, Mass Effect 3 perdeu a chance de ganhar uma nota máxima como seu antecessor. Mas não se engane: é uma aventura de tirar o fôlego do começo ao fim. Um produto que representa o amadurecimento dos jogos como um todo e da sua forma de contar uma história. Vai marcar para todo o sempre a história do entretenimento como uma incrível saga de ficção científica. Mass Effect está para os games assim como Star Wars está para o cinema. Só esperamos que as “novas partes” não nos desagradem tanto quanto as de George Lucas.
A mais antiga franquia exclusiva da Sony retorna após quatro anos de hiato. Twisted Metal é homônimo do primeiro game da série e tenta resgatar a diversão dos combates com veículos armados. Twisted Metal criou um gênero e é referência máxima do mesmo até hoje. Combates entre carros fortemente armados em arenas foi uma febre no final da década de 1990, e Twisted Metal: Black um dos primeiros grandes sucessos do PlayStation 2. Dessa vez, Twisted Metal é lançado da forma como todos os fãs desejam: fiel aos episódios originais. Só que essa fidelidade pode acabar não atraindo quem cometeu o sacrilégio de não jogar nenhum episódio da série até hoje. O modo história apresenta a primeira novidade: apenas três personagens são jogáveis. Sweet Tooth, Mr. Grimm e Doll Face podem controlar qualquer carro, e todo o enredo gira em torno de cada um deles dividida em três capítulos distintos. O enredo é o de sempre: o misterioso vilão Calypso faz um torneio mortal onde o vencedor tem o direito de realizar um desejo. No entanto, o universo desse Twisted Metal é único e não tem qualquer relação com os jogos anteriores. Jogar sozinho nunca foi o foco nem a principal forma de se divertir em Twisted Metal, por isso a Eat Play Sleep deixou o modo single-player bem simples. Cada capítulo conta a história de um personagem e possui variados modos de jogo, terminando sempre em lutas contra chefes muito bem elaboradas. O modo single-player tem uma peculiaridade muito interessante e com a cara de David Jaffe, o icônico produtor também responsável pelos outros jogos da série; filmes com atores reais. Em uma mistura entre vergonha alheia e excelente produção, as histórias são contadas em pequenos filmes com atores reais e muitos efeitos especiais. Apesar das histórias serem superficiais, nós gostamos dos vídeos. Eles ajudam a dar mais carisma para os três personagens. Pena serem tão “toscos”, mas se não levados a sério (como acreditamos que deve ser) eles se tornam divertidos – assim como o filme que abre Resident Evil, de PSOne. Dentro das arenas, Twisted Metal tem muitas virtudes e problemas, mas boa parte deles variam de acordo com sua intimidade com a série. Por exemplo, o comando padrão para acelerar é apertando o botão Quadrado. Há quantos anos você não usava esse botão para acelerar? Pois é, jogadores mais novos vão demorar alguns segundos até compreender o layout do controle. Claro, existem opções mais modernas de comandos para todos os gostos. Enquanto os cenários se destacam com uma enorme variedade de ambientes e obstáculos, nós tivemos muitos problemas com a movimentação dos carros. Twisted Metal não tenta, em momento nenhum, ser um simulador. O controle é simples, mas a movimentação da câmera e mira automática causam muitas brigas com o controle até que se entenda mais ou menos o que deve ser feito. A curva de aprendizado não é tão alta, mas se dar bem nas arenas multiplayer ou nos desafios single-player vão exigir habilidade nas derrapadas, curvas e fugas. Cada veículo possui características próprias como velocidade, poder de destruição da arma especial e resistência. A arma especial, aliás, é o principal fator que determina qual será o seu carro favorito. Elas variam entre jogar uma motosserra, arremessar um taxi ou até mesmo se transformar em um robô gigante. Enquanto você espera sua arma especial carregar, diversas outras opções de armamentos limitados estarão espalhados pelas fases – mísseis, minas, explosivos etc. As disputas online acontecem com ótima fluidez, não presenciamos atrasos ou problemas com a conexão. Jogar contra pessoas é muito mais divertido do que contra o computador, que além de não se destruírem, ainda se protegem. A variedade de modos e variação dos mapas é um pacote completo para jogar online – sem falar no sistema de evolução que premia os jogadores com novos carros e opções de personalização. Quem quiser relembrar os velhos tempos, ainda pode jogar com os amigos em tela dividida ou em rede local. A parte técnica não se sobressai, mas não decepciona – principalmente quem curte rock pesado. A trilha sonora conta com faixas de Rob Zombie, Iggy Pop e Wolfmothe. Os visuais não são incríveis, mas transmitem o essencial: destruição e cenários destrutivos. A mistura entre nostalgia e novidades vai agradar quem jogou os primeiros games da série. Twisted Metal tem conteúdo suficiente para compensar as dificuldades na jogabilidade. No entanto, jogadores mais novos provavelmente não vão se sentir motivados a continuar por muito tempo, a menos que aconteçam partidas entre amigos – onde Twisted Metal continua imbatível.
Um RPG profundo, mas convidativo até para quem nunca subiu um nível na vida virtual. Kingdoms of Amalur: Reckoning chega alguns meses após The Elders Scroll V: Skyrim elevar o patamar dos role playing games de exploração. Será que Reckoning segura a bronca? Sem mistérios, sem complicações e muito prático. Kingdom of Amalur é um jogo que desde o primeiro minuto pega o jogador pela mão e ensina tudo que ele precisa saber em uma introdução-tutorial. Para entender do que se trata essa nova aposta da Electronic Arts, pense em uma mistura entre World of Warcraft e Skyrim. Reckoning não é online, não tem o complexo e eficiente sistema de evolução de World of Warcraft, mas possui uma interface amigável e quests que vão evoluindo conforme o jogador avança no jogo – o deixando livre para completar o que quiser primeiro. Reckoning também não tem gráficos foto realistas e nem um mundo tão profundo quanto Skyrim, mas sua cara mais cartunesca agrada quem procura por uma aventura leve e menos apegada aos clássicos como Dungeons & Dragons. A comparação, no entanto, serve apenas para situar Kingdoms of Amalur na sua escala de gêneros. Ele tem suas virtudes (e defeitos) próprios, conquistados por uma inteligente e agradável combinação entre exploração, evolução e combates satisfatórios. Você, como reza o clichê, é uma espécie de “escolhido”. De vários experimentos, seu personagem é o único que conseguiu dar certo e voltar da morte. Por isso, o destino reserva surpresas e muitos desafios para aquele que renasceu de uma pilha de corpos sem nenhuma lembrança do que acontecera antes. Mas isso é apenas o início de uma aventura enorme. Como boa parte dos RPGs modernos, você tem a liberdade de criar seu personagem explorando raças e classes diferentes. A escolha realmente determina alguns pontos, mas são as decisões feitas na evolução durante o jogo que vão resultar no tipo de personagens que você vai jogar pelas próximas dezenas de horas. O mundo de Kingdom of Amalur é enorme, dividido por regiões com diversas cidades, catacumbas e localidades para se visitar. No caminho entre elas, você certamente vai encontrar diversas criaturas nem pouco amigáveis no caminho. O sistema de combate é eficiente e divertido; é possível usar diversos tipos de armas e mágicas. Nos combates, poucos botões são usados e mesmo com as opções de habilidades, você ainda assim terá poucas opções para se lembrar. Isso é bom porque limita e facilita a ação, forçando o jogador a dominar todas as técnicas que aprendeu. Por outro, a variedade é muito menor que no já citado complexo sistema de World of Warcraft. Mas a simplicidade é totalmente recompensada com a variedade de oportunidades de se explorar Kingdom of Amalur. Nossas 15 primeiras horas (sim, quinze) foram apenas em missões secundárias. Explorando o cenários encontrávamos viajantes necessitando de suprimentos ou membros de organizações precisando lidar com alguns problemas. Sem perceber, estávamos com mais de cinco side-quests ao mesmo tempo. O gerenciamento delas, no entanto, é incrivelmente simples. Além de toda a interface ser intuitiva, a navegação pelos menus colabora bastante. A quest ativa é demarcada com um círculo dourado no mini-mapa, sempre presente na tela, enquanto as missões não ativas ainda assim são representadas com círculos cinzas. Isso facilita muito completar uma quest enquanto está indo fazer outra. Sem notar, no caminho de uma quest maior você já completou outras três. E isso só acontece porque as distâncias do mundo de Reckoning são bem mais próximas que em Skyrim. O mundo é mais vivo, talvez pelas cores ou pela maior frequência de grupos de inimigos – que nesse ponto lembra muito mais WoW. Não importa onde você esteja, sempre haverá uma planta para recolher essência, uma caixa para destruir e, claro, monstros para matar e recolher itens (loot). A evolução dos personagens segue uma regra bem simples: você ganha experiência completando quests e matando monstros até subir de nível. Quando isso ocorre são adicionados alguns pontos para investir em diferentes tipos de evoluções. Você primeiro pode subir um ponto de perícia (que variam entre mais proficiência em abrir fechaduras, encontrar objetos escondidos, opções na hora de forjar sua arma, poções etc). Depois, mais três pontos para gastar em uma das três árvores básicas de evolução: finesse, might e sorcery. Somando pontos em cada uma você fica mais forte com determinadas armas, adquires novas habilidades e também “caminhos”. Os caminhos são parte fundamental do sistema de evolução de Reckoning. Alcançando um número X de pontos gastos nos caminhos, você habilita cartões que dão bônus de acordo com a escolha. Por exemplo, ter um nível superior a 45 em sorcery libera o caminho “sage”. O interessante é combinar os três caminhos para habilitar bônus ainda melhores e versáteis – exatamente como seu personagem. Nós realmente gostamos desse sistema em Reckoning. É divertido subir de nível, armas, armaduras e itens são encontrados a todo o tempo e o jogo facilita a visualização de qual pode ficar melhor em seu herói e existe milhares de missões e locais para se explorar. É um game para investir 40 horas ou bem mais tranquilamente. No entanto, a magia não é perfeita. Kingdoms of Amalur engasga nos momentos que precisava se provar maduro. As missões, em geral, possuem diálogos pouco envolventes – principalmente pela péssima sincronização de lábios, atuação de voz mediana e animação bastante deficiente dos personagens. Isso significa que é difícil ser conquistado pelas conversas e entrar no clima de muitas quests. Com exceção das missões principais (e aqui nós incluímos as missões das facções), as demais não dão a mínima vontade de saber porque o gnomo quer que o troll das montanhas morra. Nós simplesmente vamos lá e matamos. Trabalho feito. Talvez isso não aconteça com você, mas para quem ficou mais de 100 horas lendo todos os diálogos de Skyrim, nós realmente esperávamos um pouco mais em Reckoning – apesar do RPG da Bethesda cometer erros semelhantes, mas não tão irritantes. E outro problema fatal que, infelizmente, desanima é a câmera. Confusa e sem muitas regras, ela simplesmente ignora qualquer tentativa de lucidez em alguns combates. Elas se escondem atrás de pedras ou até mesmo debaixo do chão. Nos momentos de tensão, é difícil se concentrar em esquivas e defesas precisas com um movimento de câmera tão esquizofrênico. Dados os pontos positivos e negativos, basta dizer que nossa experiência em Kingdoms of Amalur foi positiva. Boa parte das quests satisfizeram nosso desejo por caça de itens, exploração de masmorras e combates. Apesar de não ser tecnicamente brilhante, é uma ótima chance de engajar quem ficou perdido ou intimidado com Skyrim ou Fallout nos últimos tempos.
Uma das principais regras dos videogames é perder. Em jogos de ação, morrer é o castigo máximo por não conseguir cumprir os objetivos.
Final Fantasy XIII foi um dos mais controversos episódios da saga de RPG da Square Enix e também o que deixou a dúvida: será que os produtores japoneses perderam a fórmula de fazer jogos inesquecíveis como os criados nas décadas passadas ou os jogos ocidentais elevaram o patamar de desenvolvimento? O lançamento de Final Fantasy XIII-2, que acontece dia 31 de janeiro no Brasil, vai determinar também o futuro da série.
Os mais famosos personagens e cenários da Disney estão reunidos em Disney Universe, jogo que acaba de ser lançado no Brasil para Wii, PlayStation 3, Xbox 360 e Windows PC à partir de R$49,90. Em Disney Universe, os jogadores têm uma experiência de ação ininterrupta no primeiro jogo que une personagens e cenários inspirados nos filmes de Walt Disney Animation Studios, Pixar Animation Studios e Walt Disney Pictures
Call of Duty: Modern Warfare 3 é um dos jogos mais bem sucedidos de todos os tempos e bateu recordes com incríveis 6,5 milhões de unidades vendidas apenas no primeiro dia . O lançamento no Brasil contou com enormes filas e presença de produtores.
Batman: Arkham City é o game de super-herói que você sempre sonhou em jogar. Seguindo a fórmula de sucesso de seu antecessor, Arkham Asylum, você controla o homem morcego em uma aventura que diz muito sobre como expandir um universo tão rico de forma perfeita. A história de Arkham City é inusitada.